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Imoveis Retomados - Caixa Economica Federal PDF Imprimir E-mail

Imóveis residenciais e comerciais em todo o Estado do PR e SC, com possibilidade de Financiamento da Caixa, ou uso do FGTS.

São imóveis financiados para outras pessoas, as quais, por inadimplência (falta de pagamento das prestações do financiamento), tiveram seus imóveis retomados pela Caixa Econômica Federal. Esta instituição, após procedimentos legais, coloca à venda esses imóveis a preços bem acessíveis.

Somos OFICIALMENTE credenciados para oferecer segurança e agilidade na hora da sua compra. Nossa imobiliária trabalha com corretores habilitados pela CAIXA/CRECI -PR garantia ao nosso cliente de um excelente negócio na compra do seu imóvel.

Os imóveis retomados pela Caixa podem ser adquiridos de três formas:

1ª- Leilão - É a venda do imóvel através de lances mediados por um leiloeiro credenciado. O imóvel é vendido pelo melhor valor.  Oferecemos consultoria, consulte valores.

2ª- Venda em Concorrência Pública - A melhor proposta (partindo do lance mínimo) aceita pela Caixa Econômica Federal ganhará a concorrência, e o imóvel será vendido a este proponente. Esta proposta deve conter uma caução no valor mínimo de 5% do valor do imóvel. Este valor é devolvido caso a concorrência não seja ganha. Oferecemos consultoria, consulte valores.

3ª- Venda Direta - É a venda do imóvel ao primeiro interessado que propor o preço mínimo. Esta proposta deve conter um imediato depósito de 5% do valor do imóvel. Este valor é devolvido caso a compra tenha sido realizada por outra pessoa anteriormente ao horário do depósito. Não há custos com a imobiliária!


Para as propostas que podem ser financiadas pela Caixa Econômica Federal, nossa imobiliária esta credenciada para pré avaliar os documentos exigidos e dar encaminhamento ao pleito de crédito, válido para compra desta forma de venda ou pela convencional (imóveis avulsos disponíveis em nosso site).

 
Registro do primeiro imovel tem desconto PDF Imprimir E-mail

Muitas pessoas desconhecem que o sonho da casa própria pode ganhar um benefício financeiro vantajoso na hora do registro em cartório. Segundo a Lei 6015/73, que trata de registros públicos, qualquer pessoa que financia a compra de uma residência pela primeira vez pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) tem o direito a um desconto de 50% no valor das taxas de registro e escritura do imóvel.

A presidente do Sindicato dos Escrivães, Notários e Registradores do Paraná (Sienorg-PR), Teresinha Carvalho, detalha que além do desconto ser concedido somente na aquisição do primeiro imóvel do requerente, sua finalidade deve ser exclusiva para moradia. ''Mesmo que financiado, o requerente não pode estar comprando o imóvel com intuito de locação'', explica.

Para comprovar a condição de primeira aquisição, o proprietário deve solicitar no cartório onde reside uma certidão negativa de propriedade. Alguns cartorários também exigem que o requerente faça uma declaração, confirmando as condições de que é seu primeiro imóvel e que o mesmo é financiado pelo SFH.

Outra imposição é a de que o imóvel tenha o valor máximo de R$ 500 mil. Teresinha exemplifica que o registro de um imóvel de R$ 150 mil sai por cerca de R$ 620. ''Esse valor do registro cai pela metade, se a pessoa comprovar que se enquadra na norma. É claro que há outros gastos, mas mesmo assim o benefício vai compensar'', afirma.

A titular do 3º Serviço de Registro de Imóveis de Londrina, Martha Daisy Braga Cruz comenta que as pessoas que procuram pelo benefício, geralmente, são orientadas pela instituição financeira que está cuidando do processo de financiamento. ''É importante que o banco possa deixar claro para os cartorários que esse é o primeiro imóvel, porque quando chega sem esse detalhamento não conseguimos garantir este desconto'', diz.

Martha garante ainda que qualquer pessoa pode conseguir informações sobre a lei e como obter este desconto nos cartórios. ''Em geral, todos os cartorários estão instruídos para dar qualquer informação necessária quanto ao desconto''.

Concessão

Os interessados em obter o desconto devem informar o registrador que possuem o perfil exigido pela lei e apresentar os documentos que comprovem as condições exigidas.

Caso algum cartório resista em conceder o direito, esse ato pode ser denunciado na Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), órgão responsável por fiscalizar o setor.

Segundo especialistas, quem não obteve o desconto por desconhecimento ou falta de orientação adequada, poderá solicitar devolução do valor pago a mais, só que mediante uma ação na Justiça.

Maioria desconhece o direito

A Lei de Registros Públicos é antiga, mas a maioria da população ainda desconhece o seu teor e não usufrui do desconto de 50% no registro do primeiro imóvel adquirido com fundos do SFH. A constatação é do imobiliarista Rosalmir Moreira, diretor do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR) e vice-presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci-PR).

Segundo ele, a legislação é desconhecida por diversos fatores, principalmente em razão da falta de orientação e divulgação. ''Muitas pessoas concretizam os negócios sem a presença de um profissional imobiliário. Além disso, há profissionais que também não conhecem a lei e, consequentemente, não orientam os seus clientes'', destaca. Por isso, na opinião de Moreira, toda iniciativa que visa divulgar a Lei 6.015/73, seja para profissionais ou para a sociedade como um todo, é válida. ''A demanda para a aquisição do primeiro imóvel é grande e os custos envolvidos são muito altos. Todo desconto é bem-vindo. Vale lembrar, porém, que para ter o desconto, o valor da negociação deve ser de até R$ 500 mil'', lembra.

Um ponto que dificulta a propagação da lei é o fato de os cartórios não divulgarem o desconto. ''Eles não informam, mas são obrigados a conceder o desconto se a pessoa reivindicar o seu direito. Caso contrário, podem ser denunciados à Corregedoria de Justiça, ficando sujeitos ao pagamento de multas entre outras penalidades'', alerta, ressaltando que depois de pagar o preço integral do registro não é possível reembolsar o valor do desconto.

Fonte: Jornal Folha de Londrina

 
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Entenda os gastos envolvidos no credito imobiliario

 

O ideal é que o parcelamento não ultrapasse os 30% da renda familiar, e também que o comprador possua um fundo de reserva.

São Paulo - O mercado financeiro oferece amplas condições para o financiamento da casa própria, mas é necessário cuidado ao fechar negócio, pois toda compra do gênero tem gastos adicionais, como taxas de correção de contrato e impostos, que podem surpreender os compradores. O alerta é do presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa), Marco Aurélio Luz.

“Além do valor da casa, à vista ou parcelado, quando se compra um imóvel é necessário pagar o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que gira em torno de 2% sob o valor total, dependendo do município”, diz Aurélio Luz, acrescentando na lista das despesas o registro da escritura – em média, 1% do valor do imóvel; e as certidões emitidas pelo cartório, também calculadas de acordo com o valor do bem.

Além dessas taxas, conforme explica Aurélio Luz, no caso do imóvel financiado o adquirente deve custear o serviço do despachante, valores de seguros e taxas sobre a avaliação do bem e das documentações. O presidente da Amspa recomenda ainda ao mutuário que fique atento às correções previstas no contrato de compra e venda.

"As prestações do imóvel ainda na planta são corrigidas pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). O índice é relativo às variações nos preços de materiais, equipamentos e serviços. Em 2011, a alta acumulada chega a 6,31% e, nos últimos 12 meses, a 7,71%. Após o 'habite-se' (certificado de conclusão da obra), a atualização deixa de ser pelo INCC e passa a ser o indexador eleito no contrato, entre eles o Indice Geral de Preço - Mercado (IGP-M), mais a Taxa referencial (TR)", explica Aurélio Luz.

O dirigente acrescenta que a TR representa a variável média mensal dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) das principais instituições financeiras, e que, em 2011, a média/mês, até agora (setembro), está em 0,88% e, nos últimos 12 meses, soma 1,15%.

De acordo com o presidente da Amspa, para evitar a perda do imóvel por insuficiência financeira é muito importante que o comprador faça um cálculo das despesas, se possível, assessorado por um especialista na área imobiliária. “Antes de fechar a compra de um imóvel, é necessário analisar se, realmente, haverá condições de pagar as prestações. O ideal é que o parcelamento não ultrapasse os 30% da renda familiar, além de possuir um fundo de reserva".

Aurélio Luz recomenda que o cálculo analítico deve abranger desde a primeira parcela até o último pagamento. “Tomando essas precauções, o mutuário evita os problemas futuros para honrar os pagamentos, situação que poderá levá-lo à inadimplência, ou até mesmo perda total da moradia”.

Juro

O presidente da Amspa diz que importante também é averiguar se o valor da taxa de juros do contrato está dentro do limite permitido pelo mercado, que hoje é de 12% ao ano. “É possível ao comprador pedir uma planilha com a projeção de todas as parcelas, até o final do financiamento, para que possa planejar o pagamento das prestações. Cabe lembrar que durante a construção e até a liberação do 'habite-se', a incorporadora ou construtora não pode cobrar juros, mas somente atualizar as prestações com base no INCC".

Aurélio Luz recomenda também que o adquirente deve ter plena ciência de que, quanto maior o prazo de financiamento, mais irá pagar pelo imóvel, mesmo que os valores parcelados fiquem reduzidos. "Pense na estabilidade do emprego na hora de comprar um imóvel e verifique se, em caso da perda da ocupação, terá auxílio desemprego ou outra fonte de renda, para quitar as parcelas. Tomando esses cuidados, certamente, evitará danos futuros no sonho da casa própria”, finaliza o presidente da Amspa.

Os mutuários com dúvidas acerca das análises que devem anteceder a compra da casa própria podem recorrer à Associação do Mutuários para obter esclarecimentos. Contato pelo telefone 11 3292-9230, ou nas unidades da entidade, cujos endereços estão no site da Amspa.

 


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